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domingo, 30 de abril de 2017

FEIRA DO CAVALINHO (ANOS 50 do SÉC. XX)

A feira do Cavalinho nos seus tempos áureos.
Fotografias de Eduardo Teixeira Pinto.


Feira do Cavalinho (anos 50) - Fotografia de Eduardo Teixeira Pinto
Feira do Cavalinho (anos 60) - Fotografia de Eduardo Teixeira Pinto

A feira do Cavalinho realizava-se a 12 e a 28 de cada mês. Com periodicidade anual, realizava-se, no dia 29 de Abril, a "Feira dos Burros", dedicada aos equinos e asininos, também designada por "feira dos 29".
Miguel Moreira

terça-feira, 25 de abril de 2017

MEMORIAL AOS COMBATENTES EM GONDAR

Em dia de comemoração da “revolução dos cravos” (25 de Abril) faz todo o sentido lembrar todos os gondarenses que, ao serviço de um regime fascista e colonialista, lutaram e, alguns deles, perderam a vida na Guerra do Ultramar (Guiné, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor...).

Memorial aos Combatentes (Gondar - Amarante)

De acordo com o Portal UTW, site dos “Veteranos da Guerra do Ultramar”, faleceram em combate os gondarenses:
- 1.º Cabo Victorino de Magalhães Cunha, natural de Crespelos – Gondar, morto em combate, em Angola, no dia 9/12/1966;
- sold. Álvaro Coelho Pinto, natural de Vilela – Gondar, morto em combate, em Moçambique, no dia 3/8/1971;
- sold. Manuel Augusto Monteiro Ferreira, natural da Tapada – Gondar, morto em combate, em Angola, no dia 29/3/1971.
A revolução de 25 de Abril de 1974 pôs fim a esta guerra, iniciada no norte de Angola, em 15 de Março de 1961, e abriu caminho ao processo de descolonização.
A população de Gondar, num memorial, simples mas digno, em forma de G, que se encontra ao fundo do cemitério da freguesia, prestou a merecida homenagem a todos os gondarenses que combateram nesta guerra injusta e inglória.
Miguel Moreira

Notícia da morte do 1.º cabo Victorino de Magalhães Cunha, natural de Crespelos - Gondar: a 09Dez1966, na região fronteiriça noroeste de Angola, um pelotão da CArt1411 – a 9 meses do final da comissão e encontrando-se colocado naquele subsector desde há 15 dias –, aquando em escolta a MVL oriundo de Noqui e no regresso ao seu aquartelamento no Cabeço de Tope, tendo saído do Cabeça da Velha (sede da CArt1412 onde havia feito pausa para almoço), percorridos cerca de 2km foi alvo de emboscada lançada por cerca de 70 terroristas da FNLA, que às NT causaram 17 mortos, entre os quais Victorino de Magalhães Cunha.


in Portal UTW "Veteranos da Guerra do Ultramar".